A bicicleta e as cidades: como inserir a bicicleta na política de mobilidade urbana

Leitura obrigatória para quem se interessa pela bicicleta como meio de transporte urbano nas cidades.

“Este trabalho mostrará a importância da bicicleta como um meio de transporte viável,  capaz de interagir eficientemente com todas as outras formas de mobilidade urbana, além  de proporcionar a melhoria do meio ambiente e ajudar a promover a inclusão social.”

“Os motivos que levam as cidades a criarem uma estrutura cicloviária são diversos. Cidades de países desenvolvidos, por exemplo, tradicionalmente justificam a implantação de planos cicloviários com base na questão ambiental e no uso excessivo do automóvel. Nesses casos, a bicicleta tem um papel de elemento estruturador, e não de mero ator coadjuvante. Além disso, a bicicleta contribui para a revitalização dos centros degradados.”

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13 respostas para A bicicleta e as cidades: como inserir a bicicleta na política de mobilidade urbana

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  2. Luiz G disse:

    Olá Gledson.
    O livrinho é muito bonito, mas é meio bobo.

    Ele informa como as coisas são e como deveriam ser….mas não apresenta uma solução imediata para solucionar a convivência entre motoristas e ciclistas e tornar a bike mais segura para se usar nas cidades….Especialmente em cidades hiperpopulosas como Rio e São Paulo.

    Achei o livro muito utópico.

  3. bruno da silva costa disse:

    onde que 13km é muito longe

    • Olavo Ludwig disse:

      Bruno, eu faço todo dia 10km para ir e 10km para voltar, não acho longe, já estou acostumado, mas tenho a sorte de ter onde tomar um banho e trocar de roupa, pois suo bastante. Moro em Porto Alegre, o clima quente ou a chuva podem tornar 13km uma distância considerável para quem não está acostumado e/ou não pode tomar um banho no destino. A integração com outros transportes é bastante importante.

      • Gledson disse:

        Olavo, pedalo quase 10km por trecho tb. Minha cidade (Joinville) é quente demais (quando não está chovendo). Tb tenho a sorte de tomar banho (sou professor e na escola temos chuveiro), mas até hoje só precisei de banho uma vez. Saio mais cedo (mais tarde que se fosse de ônibus), vou num ritmo tranquilo, passeando, curtindo…
        Mas para quem não quiser suar muito, tb há a opção de uma bicicleta elétrica.
        Enfim, solução há! Basta desejo!!!!
        E vamos pedalando que o mundo precisa. 🙂

      • Olavo Ludwig disse:

        Eu comecei me 2007 com uma elétrica, estava muito fora de forma e com uma vida totalmente sedentária, já no início de 2008 descobri as reclinadas e nunca mais usei a elétrica. Eu não consigo andar devagar na ida para o trabalho, estou sempre atrasado :), chego lá encharcado. Mas no calor que faz aqui no verão até parado na sombra o cara sua muito. Claro que isto não é desculpa, que quer pedalar dá um jeito sempre.

      • Gledson disse:

        Sabe qual o problema de ir pedalando para o trabalho???
        Chego muito bem. Esbanjando felicidade e energia para todos os lados, eqto todo mundo fica com cara de bunda. kkkkkk

      • Olavo Ludwig disse:

        Hehe…comigo acontece a mesma coisa!

      • Gledson disse:

        A tua reclinada é uma Zohrer???? Ou vc construiu????

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